O que Ele me fala ou me conta.

Vos digo que, se dois de vós concordarem na terra acerca de qualquer coisa que pedirem, isso lhes será feito por meu Pai, que está nos céus. (Mateus 18.19)

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

E hoje.

E hoje vejo muitas coisas. Ainda não são tantas quantas eu gostaria. Mas já é muito mais do que antes. É como um adesivo que vi na rua, outro dia: "antes eu era cego, agora vejo." Vejo que os melhores exemplos quem tive, não foram aqueles que mais marcaram. Mas sim os que permanecem comigo. Não vieram de quem ainda guardo apenas lembranças. Vieram mesmo, das pessoas que não preciso me lembrar, pois estão aqui ainda. Vejo que eu estava errado quando desejava ter de novo algo já havia sido bom. Pois o princípio básico pra ser bom, é ser novo, diferente.
Nessas esquinas da vida, vejo o quanto de amizade sobrou do que já foi amor, ódio, alegria, raiva, etc. Em qualquer lugar vejo que os meus hoje não são resultados dos ontem. São apenas a base para os amanhã que estão por ai, me esperando. Vida de promessas que vejo por certos lugares que passo. Sem dizer que antes não havia. Havia. Eu é que não as via. Enxergava apenas o que não era, não deveria ou não podia.
E hoje eu vejo.Vejo que tudo não depende de ninguém, senão de Deus. Que felicidade não é responsabilidade de ninguém além de nós. Essa tarefa é muito difícil, mas esse assunto fica pra próxima. Hoje sim, eu vejo que está nas escolhas, tudo o que desejamos. Baseado na história de que nada cai do céu. Meio clichê, eu sei, mas fato. Tenho um segundo pra escolher. E o resto da vida pra viver essa escolha. E como já escolhi tantos não, aprendi escolher os sim. Quase pagar pra ver o que acontece quando faço o contrário do que sei.
Ainda tenho muito pra ver, nossa, nem sei contar. Tô vivendo uma vida nova que ainda nem terminou de mudar. Há muita coisas novas me esperando por ai. Eu sei.Muitos novos caminhos, incontáveis escolhas. Sou um aprendiz, não um contador de histórias. Hoje me vejo como se estivesse no segundo degrau, e pudesse olhar pra trás. E ver o que passei pra subir o primeiro. Querendo saber como será todos os outros.
Hoje vejo que que meu destino não está nas esquinas da vida. Mas sim na escolha que faço. Está nas minha mãos o poder de fazer daqueles segundo, quase imperceptíveis, mais um degrau alcançado. Mais um degrau vencido, na escalada da vida. E no fim, tudo depende do amor ser ou não ser verdadeiro. 

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