O que Ele me fala ou me conta.

Vos digo que, se dois de vós concordarem na terra acerca de qualquer coisa que pedirem, isso lhes será feito por meu Pai, que está nos céus. (Mateus 18.19)

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

O que sou eu.

Antes que pensem que isso é um manual sobre quem sou, já vou logo avisando, EU NÃO SEI. Com certeza se soubesse disso, não teria metade das desventuras que tenho. Portanto, vou escrever apenas sobre as coisas que gosto. E gosto muito. Isso sou eu. Tudo que eu envolvo, eu sou fanático, eu não gosto de nada meia-boca ou mais ou menos, ou simpatizo. Ou eu gosto, ou odeio, eu amo, ou odeio. Ainda não consigo ser meio termo pra gostar ou não, apesar de tanta luta por causa disso, não mudo. Quando eu quero, é tudo o que tem pra oferecer. Não entendo essa de guardar as coisas pra hora certa. E quando não gosto, nem me ofereça, que nem por educação eu vou aceitar.
Até já imagino você lendo e dizendo: "Mas não pode ser assim." Sei lá se pode ou não. Eu sei das coisas que não podem. Eu mesmo aguento as consequências por isso. Minha vida hoje, é fruto disso, gostar ou não. Mas peraí, alguém me perguntou o que eu escolho? Eu escolho ser assim. E assumo o que vai acontecer por causa disso. Medo de enfrentar as minhas escolhas é um sentimento que eu não conheço. 
E quando começo a ter certeza de uma coisa então, ninguém me segura. Não adianta avisar, nem conversar, muito menos ser contra. Quando quero, vou atrás até conseguir. Luto, sofro, choro (muito), faço e aconteço pra conseguir. Sem problema nenhum quanto ao que vou enfrentar por isso. Pois, por algumas vezes na vida, já me acovardei na vida e hoje sei que quem perde com isso é apenas eu mesmo. Então decidi pra minha vida que o melhor é tentar. O melhor é ver não dar certo, que a dúvida de como seria. Isso mata a esperança.
Eu quero é mais do que tenho. Tudo o que tenho, pra mim nunca será o bastante. Quero mais, sempre. Quero intensidade. Agora, quando tem amor no meio, ai é fica sério mesmo. Mesmo que siga por caminhos tortuosos, só consigo enxergar onde vou chegar. Indiferente de quanto eu vou precisar lutar por isso. Sempre vou até o fim. Até conseguir.
As vezes, não é isso que deixo transparecer. Porque também não gosto de parecer desesperado por uma coisa. Isso me tira da razão e me faz perder o rumo. As vezes parece que não quero, que deixei de lado. Algumas até parece que desisti. Mas não, isso não mais, nunca mais. O que faço é apenas mudar o caminho que me levará ao mesmo objetivo de antes. E pelo que estou vendo, essa é a graça de escolher assim. Aceitar a mudança, treinar a humildade de reconhecer os erros. Aprender a fazer de uma outra forma. Aprender as lições pra não errar de novo. E seguir adiante. 
E sou feliz por ser assim. Errar, eu sei que vou, faz parte da vida. Como se fosse uma obrigação da vida. Nunca ser perfeito, pra ter uma vida perfeita. Isso é que me deixa feliz e me anima a seguir. Ter que continuar, ter que batalhar, não conseguir com facilidade. O difícil é que excita, o que não pode é que estimula. Pela felicidade que isso me causa é que me permito errar uma vez, apenas uma. Mais que isso não. Mas não me martirizo por isso. Sou humano. E ser humano, é ser insistente, pra ser vitorioso.

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Verdadeiro poeta é o que segura a caneta e deixa DEUS escrever!