O que Ele me fala ou me conta.

Vos digo que, se dois de vós concordarem na terra acerca de qualquer coisa que pedirem, isso lhes será feito por meu Pai, que está nos céus. (Mateus 18.19)

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Choveu.

Hoje choveu, um pouco, pouco mais que uma brisa. Choveu sem deixar cheiro de terra molhada. Sem pegar ninguém de surpresa. Chuva que veio só pra quem viu a chuva cair. Uma daquelas que nos deixa assim, quando vemos rua molhada: "Olha, choveu aqui!" Assim choveu e parou. Chuva sem razão, que não serviu nem para alimentar as plantas do jardim que ainda planto. Mas choveu. 
E para quem estava debaixo de chuva, ela veio em boa hora. Chuva que refresca o calor do dia inteiro. Chuva que não serve pra lavar, mas conseguiu melhorar a aparência. Apenas choveu. Sendo quase desapercebida, a chuva veio cumprir sua tarefa. Veio tão rápida, que nem avisou a que veio. 
Veio como quis, ficou enquanto foi devido, cessou na hora estipulada. Chuva que manda e não é mandada de nenhum lugar. Chuva que cai mais das nuvens pra cima, que faz o caminho inverso ao que estamos acostumados. Que sabe exatamente onde deve molhar. Entende a qual semente ela deve regar pra que dê frutos. Chuva que vem endereçada, com objetivo determinado. Assim que alcança esse objetivo, sol. Chuva veio pra cima das nuvens. Regou a semente que deve ser plantada todo dia. E quem sabe ela volte amanhã, de manhã ou a noite não importa. Não importa nem em qual lugar. Venha chuva, minhas nuvens esperam por ti. Esperam que caia das janela pra dentro, de novo.

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