Se não tivesse acontecido daquele jeito, exatamente daquele, eu não cantaria. Ah, aquele jeito, aquela hora, aquele dia. Como tudo deve ser e onde todos devem estar. É como e onde as coisas acontecem. Quando a gente não sabe mais, então reaprende tudo outra vez. E nem adianta achar que já sei tudo. Não. Sei muito mas ainda não sei tudo. Não sei como não ficar vermelho, como não tropeçar nas palavras. Não sei como não imaginar como será o próximo.
Será que vamos começar tudo da mesma forma? Quem me dera se pudesse te encontrar, de novo, naquele lugar. Aquele que pra mim é um pé de serra e que pra você é só um pé de morro. Se pudesse puxar conversa comigo de novo. Se, mesmo sabendo a resposta, você ainda me perguntar pra onde eu vou. E se não perguntar se eu quero ir com você. Isso seria bom, perfeito se acompanhado. Se no próximo, viesse acompanhado de tantas outras coisas que não cabem naqueles minutos que camnharemos, juntos.
Tudo sonho, desejo, vontade, sonho, esperança e incerteza. Sem contar com a parte que não sabe contar com o não. Essa parte aqui, que ainda acredita que tudo vai dar certo, sempre. O que não sei que é, que fica me dizendo que é pra eu te convidar pra vir. Pra passa comigo, apenas aquelas horas, e me deixe. Deixe que eu mostre que você vai querer mais, depois das primeiras. E deixe que eu te diga que passei a terça esperando a sexta. Esperando a semana acabar.
Espero que o tempo passe
Espero que a semana acabe
Pra que eu possa te ver de novo
Espero que o tempo voe
Para que você retorne
Pra que eu possa
Te abraçar e te beijar
De novo.
(Nando Reis - N)
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